Nossa carne, sem rodeios

Por que nossa carne é diferente

A carne industrial chega à mesa por uma cadeia longa e opaca. Hormônios, antibióticos de rotina, grãos transgênicos, feedlots. A nossa resposta a cada uma dessas práticas é a mesma: não usamos.

Última revisão: 21 de abril de 2026

24

preocupações respondidas

0

atalhos tomados

100%

documentado publicamente

24 preocupações, toque em qualquer uma para pular

Cada bloco leva à resposta completa abaixo.

Gado Braford pastando no pasto paraguaio ao entardecer

Parte 1

Como criamos o animal

O que damos e o que não damos ao gado durante toda a sua vida.

01 Hormônios

Vocês usam hormônios de crescimento?

0

Hormônios de crescimento, implantes de esteroides, beta-agonistas

Em nenhuma idade, em nenhuma fase, em nenhum animal.

Raciocínio completo e fontes

Não. A Tekorá não usa hormônios de crescimento nem implantes de esteroides em nenhum momento da vida do animal.

Em vários países, o uso de implantes de estradiol, trembolona ou zeranol é legal e comum para acelerar a engorda. A União Europeia os proibiu em 1989. O Paraguai permite alguns desses produtos, mas não os usamos. Nossos animais ganham peso no ritmo que o pasto permite, não no que um confinamento exige.

02 Antibióticos

Vocês usam antibióticos de rotina?

Abordagem industrial

Período de retirada, o animal volta ao fornecimento

Abordagem Tekorá

Animal tratado sai permanentemente

Raciocínio completo e fontes

Não. Antibióticos só são usados para tratar animais doentes individualmente, e esses animais saem do nosso fornecimento.

O uso profilático de antibióticos, ou seja, dá-los a animais saudáveis para prevenir doenças em currais lotados, é um dos principais motores da resistência antimicrobiana, um problema de saúde pública global reconhecido pela OMS. Criar em pasto rotativo elimina a maior parte da justificativa para esse uso. Se um animal adoece, tratamos, mas esse animal sai do programa Tekorá.

03 Vacinas

Vocês usam vacinas de mRNA no gado?

O que usamos (obrigatório pelo SENACSA)

  • Febre aftosa, duas vezes por ano
  • Brucelose RB51 em fêmeas reprodutoras

O que NÃO usamos

  • Vacinas de mRNA para gado
  • BVD, IBR, respiratórias
  • Leptospirose, campilobacter
  • Qualquer outra vacina discricionária
Raciocínio completo e fontes

Não. Não usamos vacinas de mRNA. As únicas vacinas que aplicamos são as exigidas pelo SENACSA: febre aftosa e brucelose em fêmeas reprodutoras.

Atualmente não há vacinas comerciais de mRNA aprovadas para bovinos no Paraguai. Se vierem a ser aprovadas, continuaremos sem usá-las enquanto não forem obrigatórias. Publicamos a lista exata das vacinas que aplicamos: febre aftosa (duas doses anuais, exigência do SENACSA) e brucelose RB51 em fêmeas reprodutoras. Nada mais.

04 Pesticidas

A ração pode conter resíduos de glifosato ou pesticidas?

Abordagem industrial

Ração balanceada com cultivos pulverizados

Abordagem Tekorá

100% pasto. Sem resíduos de cultivos pulverizados.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nossos animais comem pasto, não grão. Como não consomem cultivos pulverizados, não há rota de exposição ao glifosato nem a outros herbicidas.

Boa parte do problema com resíduos de glifosato na carne industrial vem da ração: milho e soja tratados com herbicidas. Como se alimentam 100% de pasto, nossos animais escapam dessa cadeia. Além disso, a estância não usa glifosato no manejo das pastagens; o controle de plantas daninhas é mecânico e por rotação.

05 Transgênicos

Os animais comem milho ou soja transgênica?

Abordagem industrial

Terminação com grão OGM (milho, soja)

Abordagem Tekorá

Grass-finished, do desmame ao abate.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nosso gado é terminado 100% em pasto. Nunca consome milho, soja, silagem nem qualquer derivado de cultivos transgênicos.

Em muitos mercados a etiqueta "grass-fed" permite terminação com grão nas últimas semanas antes do abate. Essa prática anula a maioria dos benefícios nutricionais (perfil de ácidos graxos, CLA, ômega-3). A Tekorá é grass-finished: pasto do início ao fim.

06 Confinamento

Os animais passam por feedlot ou confinamento?

Abordagem industrial

Terminação em confinamento

Abordagem Tekorá

Pasto rotativo, vida inteira.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nossos animais nunca entram em feedlot. Vivem em pasto rotativo do nascimento até o abate.

O modelo CAFO (Concentrated Animal Feeding Operation) é eficiente para mover carne barata ao mercado, mas introduz estresse, densidade sanitária e necessidade de antibióticos profiláticos. Nosso modelo é o oposto: baixa lotação, pastagens rotacionadas, água limpa, sombra natural.

Corte de carne de músculo inteiro em ardósia escura com luz natural

Parte 2

O que não fazemos com a carne

Processamentos industriais que evitamos depois do abate.

07 Carne mecanizada

Vendem pink slime ou carne separada mecanicamente?

Abordagem industrial

LFTB + carne separada mecanicamente

Abordagem Tekorá

Apenas músculo inteiro. Sem misturas industriais.

Raciocínio completo e fontes

Não. Vendemos apenas cortes inteiros ou carne moída de músculos inteiros. Nunca incluímos LFTB, aparas tratadas com amônia nem carne separada mecanicamente.

LFTB ("lean finely textured beef", conhecido como pink slime) é um subproduto tratado com amônia gasosa que entra na carne moída industrial. A carne separada mecanicamente é uma pasta de músculo extraída sob alta pressão, usada em salsichas e preparados. Nada disso entra na Tekorá.

08 Tratamento de cor

Usam monóxido de carbono para manter a cor vermelha?

Abordagem industrial

Gás CO para simular vermelho cereja

Abordagem Tekorá

Vácuo puro. Cor natural.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nossa carne é embalada a vácuo sem gases modificadores. Se a cor escurece com o tempo, isso é normal.

A embalagem com monóxido de carbono (MAP com CO) mantém o vermelho cereja mesmo quando a carne já tem semanas. É legal nos EUA e no Paraguai; a UE proibiu. Preferimos a embalagem a vácuo sem gases adicionais: a cor pode variar, mas o indicador visual de frescor permanece útil.

09 Branqueamento

Tratam a carne com amônia ou branqueadores?

Abordagem industrial

Lavagens com amônia ou cloro

Abordagem Tekorá

Higiene + frio. Sem químicos.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nenhum produto Tekorá passa por tratamento com amônia, hipoclorito, ácido peracético ou outros agentes antimicrobianos.

Esses tratamentos são usados na indústria para reduzir a carga bacteriana em carne processada rapidamente. Reduzimos a carga bacteriana pelo caminho oposto: abate com higiene escrupulosa, cadeia do frio imediata e animais saudáveis (não há E. coli sem estresse e densidade).

10 Cola de carne

Usam transglutaminase (cola de carne)?

Abordagem industrial

Aparas coladas simulando bifes inteiros

Abordagem Tekorá

Músculo inteiro. Sem transglutaminase.

Raciocínio completo e fontes

Não. Todos os nossos bifes são de músculo inteiro. Nunca colamos aparas para formar peças.

A transglutaminase é usada para fundir aparas de carne e vendê-las como bifes inteiros. É legal em muitos países, inclusive no Paraguai. Para nós é inegociável: um bife é um bife, não um conjunto montado.

11 Injeção de água

Injetam água, salmoura ou soluções para aumentar o peso?

Abordagem industrial

Até 15% do peso é salmoura injetada

Abordagem Tekorá

Peso real. O corte como vendido.

Raciocínio completo e fontes

Não. O peso líquido pelo qual você paga é o peso real do corte. Sem soluções, sem água adicionada, sem plumping.

O enhanced meat ou meat plumping injeta solução salina (água + sal + fosfatos) que pode representar até 15% do peso faturado. É legal com etiquetagem adequada, mas muitos consumidores não percebem. Nossa carne sai exatamente como cortada, sem soluções.

Macro de pasto nativo com gotas de orvalho ao amanhecer

Parte 3

Riscos eliminados na origem

Contaminantes e patógenos que ficam de fora pelo desenho do sistema, não por limpeza posterior.

12 Metais pesados

A carne pode conter metais pesados?

Raciocínio completo e fontes

O risco é baixo em pasto sobre solo não contaminado. Testamos solo e forragem anualmente e publicamos os resultados.

Cádmio, chumbo e arsênio podem chegar à carne via forragem contaminada por indústria próxima, lençóis freáticos ou lodos agrícolas. Nossa estância fica longe de polos industriais; ainda assim, testamos solo e pasto todo ano em laboratório certificado. Os resultados serão publicados em /pt/rastreabilidade.

13 Microplásticos

A carne bovina contém microplásticos?

Abordagem industrial

Ração embalada + águas industriais

Abordagem Tekorá

Pasto aberto + lençol não contaminado.

Raciocínio completo e fontes

A exposição em ruminantes de pasto é estruturalmente baixa em comparação com animais de feedlot que comem ração processada ou peixes de mar aberto.

Os microplásticos entram na cadeia alimentar principalmente por ração processada (sacos, contêineres, silo bags) e por águas industriais. Um animal que come pasto a campo aberto, bebe água de poço não contaminada e nunca passa por ração balanceada tem uma rota de exposição muito mais curta. Não afirmamos "zero microplásticos" porque seria impossível verificar; afirmamos sim que eliminamos as rotas conhecidas.

14 Resíduos

Há resíduos de antibióticos na carne?

Abordagem industrial

Período de retirada para driblar os limites

Abordagem Tekorá

Animais tratados saem para sempre.

Raciocínio completo e fontes

Não. Como não administramos antibióticos de rotina, não há período de retirada para gerenciar. Animais tratados saem do programa.

Na pecuária industrial existe um "período de retirada" entre o último tratamento antibiótico e o abate para que os resíduos fiquem abaixo do limite legal. O sistema funciona no papel, mas erros de manejo acontecem. Evitamos o problema na raiz: sem uso rotineiro, não há resíduos para gerenciar.

15 Vaca louca

Há risco de EEB (vaca louca) por alimentação com subprodutos de ruminantes?

Abordagem industrial

Farinhas de carne e osso na dieta

Abordagem Tekorá

Apenas pasto e sal mineral.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nossos animais comem exclusivamente pasto. Nunca consumiram farinhas de carne, osso ou qualquer subproduto animal.

A encefalopatia espongiforme bovina (EEB) está associada à alimentação de ruminantes com subprodutos cárneos e ósseos, prática que a maioria dos países restringiu desde os anos 90, mas não eliminou por completo. Vamos além da norma: nossos animais consomem apenas pasto e sal mineral.

16 Patógenos

O que vocês fazem em relação a E. coli, Salmonella, Listeria?

Abordagem industrial

O feedlot eleva a carga de E. coli

Abordagem Tekorá

Origem no pasto + cadeia 0–4°C contínua.

Raciocínio completo e fontes

Reduzimos o risco na origem: animais de pasto têm menor prevalência de E. coli O157:H7, e mantemos cadeia do frio rigorosa desde o abate.

Estudos publicados no Journal of Food Protection e pelo USDA mostram que o gado alimentado com grão em feedlot tem taxas mais altas de E. coli patogênica do que o gado de pasto, devido a diferenças no pH ruminal. Nosso protocolo de abate inclui inspeção pré e pós-mortem obrigatória por veterinário oficial do SENACSA, quarteamento a frio e cadeia do frio contínua a 0–4°C até a sua porta.

Mão segurando uma embalagem de carne etiquetada Tekorá sobre mesa de madeira

Parte 4

Honestidade e etiquetagem

O que está na embalagem é o que está dentro dela. Bem-estar, maturação, certificações, tudo declarado.

17 Etiquetagem

Como sei que estou recebendo o que diz a etiqueta?

Raciocínio completo e fontes

Cada corte leva um código de lote ligado ao animal, à estância e à data de abate. A qualquer momento dizemos de qual animal veio.

A substituição de espécies e a etiquetagem incorreta são comuns em carnes processadas ou de cadeia longa. Nossa cadeia é curta e documentada: um animal, uma estância, um lote. A rastreabilidade completa está em /pt/rastreabilidade.

21 Bem-estar

Como garantem o bem-estar animal?

Raciocínio completo e fontes

Manejo de baixo estresse durante toda a vida do animal, baixa densidade no pasto, transporte curto até o abate e inspeção veterinária em cada etapa.

O estresse crônico ou agudo pré-abate afeta o pH muscular e a qualidade final da carne ("dark cutter" ou carne DFD). Além do argumento ético, bem-estar também é qualidade: um animal calmo produz carne melhor. Nossos protocolos seguem os princípios de Temple Grandin: baixo estresse, sombra e água sempre disponíveis, manejo sem violência.

22 Maturação

Que tipo de maturação vocês usam?

Janelas típicas de maturação
Maturação a vácuo (wet) 7–14 dias
Maturação a seco (dry) 14–28 dias
Raciocínio completo e fontes

Maturação a seco (dry-aged) de 14 a 28 dias em cortes selecionados. Para cortes do dia a dia, maturação a vácuo de 7 a 14 dias. Sempre indicado na etiqueta.

A maturação a seco concentra sabor e melhora a maciez por enzimas naturais, mas reduz o rendimento por evaporação e aparas. A maturação a vácuo (wet) é mais eficiente e adequada para cortes do dia a dia. Para cada corte informamos qual maturação ele teve e por quantos dias.

23 Certificação

Vocês são carne orgânica certificada?

Raciocínio completo e fontes

No Paraguai a certificação orgânica bovina é complexa e cara. Não somos certificados hoje. O que fazemos é publicar o protocolo completo para você poder auditar.

Uma certificação USDA Organic ou europeia equivalente exige documentação plurianual, inspeções e taxas que costumam ser proibitivas para operações do nosso tamanho. Priorizamos o cumprimento real sobre o selo: nosso protocolo de criação, alimentação e manejo cumpre ou supera os padrões USDA Organic. No futuro buscaremos a certificação; por enquanto oferecemos transparência operacional como garantia.

Chaco paraguaio ao entardecer com silhuetas de gado e palmeiras carandá

Parte 5

Especificamente Paraguai

Contexto local, importações, desmatamento, brechas regulatórias, e como abordamos.

18 Ração importada

Sua ração vem do Brasil, que teve escândalos de contaminação?

Abordagem industrial

Ração importada com histórico de contaminação

Abordagem Tekorá

Zero ração importada. Apenas pasto local.

Raciocínio completo e fontes

Não usamos ração. Nada. Nossos animais comem apenas pasto local. Essa rota de risco está estruturalmente eliminada.

O Paraguai importa grande quantidade de ração balanceada do Brasil, com episódios documentados de contaminação e variabilidade de qualidade. Como não usamos ração balanceada em nenhum momento, essa categoria de risco não existe para a Tekorá.

19 Desmatamento

Seu gado vem de terras desmatadas no Chaco ou na Amazônia?

Abordagem industrial

Expansão pecuária em terras recém-abertas

Abordagem Tekorá

Campos abertos há décadas. Verificável por satélite.

Raciocínio completo e fontes

Não. Nossa estância opera em campos já estabelecidos sem desmatamento recente. Documentaremos a história do solo com imagens de satélite datadas.

O Paraguai está no radar internacional pelo desmatamento ligado à expansão pecuária, especialmente no Chaco. Trabalhamos em campos abertos há décadas; não participamos nem financiamos a expansão da fronteira agrícola. Publicaremos imagens de satélite de arquivo mostrando a continuidade do uso do solo.

20 SENACSA

O SENACSA tem brechas regulatórias. Como saber se vocês realmente cumprem?

Raciocínio completo e fontes

Cumprimos com o SENACSA e publicamos o que vai além do exigido. Nosso protocolo completo está em /pt/como-criamos.

O SENACSA regula a produção e o abate bovino no Paraguai, mas seus controles são mínimos comparados ao USDA ou aos sistemas europeus. Cumprimos o exigido e detalhamos publicamente tudo o que fazemos a mais: alimentação, manejo, vacinação, transporte e abate. A auditoria é a transparência pública.

24 Final

Então, o que vocês fazem de diferente?

Raciocínio completo e fontes

O que escolhemos não usar: hormônios, antibióticos de rotina, grão, feedlot, tratamentos químicos, cola de carne. O que sim fazemos: pasto, baixo estresse, rastreabilidade, transparência pública.

A lista acima pode ser lida como 25 "nãos". Mas o "sim" é mais simples: criar gado da maneira que a biologia do animal e a ecologia do solo permitem, e contar exatamente o que fizemos. Se você tem uma pergunta que não está aqui, fale conosco.

Onde nos encaixamos no mercado

Quatro tiers, uma comparação honesta

A carne paraguaia se distribui em uma escala acentuada, do corte commodity de supermercado à carne especial importada. Abaixo, o que cada tier costuma entregar nas cinco dimensões que definem qualidade real. Sem citar marcas: descrevemos como os tiers funcionam.

Supermercado commodity

Preço primeiro, cadeia anônima

Alimentação
Convencional; terminação com grão comum, sem divulgação.
Hormônios / antibióticos
Base doméstica. Uso de hormônios normalmente não declarado.
Divulgação de origem
Embalado pela rede, não pelo produtor. Origem da estância quase nunca no rótulo.
Transparência da maturação
Não indicada.
Rastreabilidade
Em nível de grupo. SIAP em implantação.
Gs. 30.000–45.000 / kg

Açougue de bairro

Confiança na relação, informação oral

Alimentação
Geralmente convencional. Alegações grass-fed, se houver, são verbais.
Hormônios / antibióticos
Raramente divulgado. A confiança depende do açougueiro.
Divulgação de origem
Depende das relações do próprio açougueiro. Às vezes específico, normalmente não.
Transparência da maturação
Raramente indicada.
Rastreabilidade
Nula ou em nível de grupo.
Gs. 40.000–65.000 / kg

Açougue premium / boutique

Forte em marketing, fraco em divulgação

Alimentação
"Pasto" / "grass-fed" reivindicado; a terminação em pasto raramente confirmada.
Hormônios / antibióticos
"Qualidade de exportação" é a frase habitual. Protocolos específicos raramente publicados.
Divulgação de origem
Certificação de raça (Brangus, Braford) comum; nome da estância raro.
Transparência da maturação
"Madurado" como alegação; dias e método raramente no rótulo.
Rastreabilidade
Em nível de lote. SITRAP para cortes de exportação quando aplicável.
Gs. 65.000–110.000 / kg

Importação especial

Carne argentina / uruguaia maturada

Alimentação
Programas grass-fed existem nos países de origem; documentação varia.
Hormônios / antibióticos
Aplica-se a regulação do país de origem. Importações UE são hormone-free.
Divulgação de origem
País de origem obrigatório; detalhe da estância pouco comum.
Transparência da maturação
Geralmente indica a maturação; dias variam.
Rastreabilidade
Sistemas do país de origem; nem sempre documentados para o comprador paraguaio.
Gs. 100.000–180.000 / kg
Tekorá

Tekorá

Grass-finished, publicado, verificável

Alimentação
100% pasto do desmame ao abate. Feno nativo na estação seca. Nunca grão.
Hormônios / antibióticos
Zero hormônios, sem antibióticos de rotina. Animais tratados saem permanentemente.
Divulgação de origem
Região da estância, raça e (em breve) frigorífico SENACSA nomeados publicamente.
Transparência da maturação
Wet 7–14 dias ou dry 14–28 dias, em cada embalagem.
Rastreabilidade
Código de lote por animal. Meta SIAP + Carne Natural ARP; auditoria de terceiros em andamento.

Gs. 58.000–95.000 / kg

As faixas de preço refletem a região metropolitana de Assunção em abril de 2026. A descrição de cada tier reflete nossa auditoria de divulgação pública de sete marcas premium paraguaias, precisa quanto ao funcionamento típico dos tiers, não quanto a nenhuma marca específica.

Dúvidas que não cobrimos?

Fale conosco no WhatsApp, respondemos cada pergunta sobre nossa carne com o mesmo nível de detalhe.